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07.08.2017 - 15:07

Ato contra feminicídio integra dia de valorização da vida na ACP

A ACP concluiu o dia de ações em memória a 04 de agosto de 2015, levando a campanha “Eu valorizo a Vida! Nossa cultura é de PAZ”, ao ato contra o feminicídio e demais violências praticadas contra a mulher, que aconteceu na sexta-feira (04), na Praça Ari Coelho
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A ACP concluiu o dia de ações em memória a 04 de agosto de 2015, levando a campanha “Eu valorizo a Vida! Nossa cultura é de PAZ”, ao ato contra o feminicídio e demais violências praticadas contra a mulher, que aconteceu na sexta-feira (04), na Praça Ari Coelho. A atividade foi marcada pela lembrança e homenagem à musicista Mayara Amaral que foi assassinada de forma cruel, no último dia 25 de julho, e propôs um debate acerca das variadas formas de violência praticadas contra a mulher.

Diretoria e professoras filiadas ao sindicato marcaram presença na manifestação com o objetivo de levantar uma discussão que promova a paz na sociedade.

“Nossa campanha enfatiza o combate à violência e a valorização da vida. Neste ato, o foco é a luta pelo fim da violência contra a mulher. Mayara era uma jovem mulher, também professora, que teve sua vida ceifada de maneira monstruosa. Além dessa triste história, nós temos acompanhado com uma trágica frequência, a execução de pessoas com extrema crueldade em nossa cidade. A violência não pode ser tolerada em nenhum nível, para que ela não se torne banal e cada vez mais corriqueira precisamos adotar uma postura de paz, respeito. É por isso que levantamos essa bandeira em nossa campanha. A mesma lógica violenta que agrediu professores na Câmara de Vereadores em 2015, se não for combatida, evolui para assassinatos, torturas e demais atrocidades”, reflete a vice-presidente da ACP, professora Zélia Aguiar.

O presidente da ACP, professor Lucílio Nobre, lembrou o poder da união para lutar por uma sociedade que priorize a paz. “Como uma instituição forte em nossa sociedade, a ACP se mobiliza não só em defesa dos trabalhadores, mas também em todo ato que provoque a defesa da vida e do respeito. Sempre nos posicionaremos contra a violência, o assassinato, seja ele na forma de feminicídio, genocídio, contra crianças, etc, tem de ser refutado, não podemos deixar de nos indignar e protestar. É importante compreender que nós somos uma força e, unidos, temos condição de defender e valorizar a vida”, pontua Nobre.

A campanha contra a violência se estende ao longo do mês, com a inclusão de diversas ações nos eventos e atividades da ACP, a fim de promover a cultura de paz.


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