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26.04.2019 - 11:26

ACP participa de Audiência Pública sobre segurança de estudantes e profissionais da Educação Pública

O presidente da ACP, professor Lucílio Nobre, participa, na manhã desta sexta-feira (26), de Audiência Pública na Câmara de Vereadores, proposta pelo Vereador Fritz, para discutir o tema “Segurança dos Estudantes, Docentes, demais Servidores e Comunidade Escolar da Rede Pública de Ensino”
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A diretoria da ACP participou, na manhã desta sexta-feira (26), de Audiência Pública na Câmara de Vereadores, proposta pelo Vereador Fritz, para discutir o tema “Segurança dos Estudantes, Docentes, demais Servidores e Comunidade Escolar da Rede Pública de Ensino”. O debate ainda contou com a participação de representantes das Polícias Civil e Militar, da Guarda Civil Municipal, da Secretaria de Estado de Educação e do Sindicato dos servidores da Guarda Civil Municipal.

O sindicato foi representado pelo presidente, professor Lucílio Nobre, a vice-presidente, professora Zélia aguiar, e o secretário geral, professor Weld Carlos. A discussão é de suma importância para a categoria e impacta diretamente na qualidade do ensino e nas condições de trabalho dos profissionais da educação.

“Um ambiente pacífico e seguro é condição primordial para o pleno desenvolvimento pedagógico, no qual seja possível uma educação integral, que respeite e valorize as particularidades e a diversidade humana que compõem a comunidade escolar”, ressaltou Nobre.

A ACP tem cobrando amplamente, por meio de ofícios e reuniões, das secretarias Municipal e Estadual de Educação, políticas públicas e ações que garantam a segurança para o ambiente escolar. Lucílio Nobre apontou caminhos que podem levar à solução do problema da violência.

“A escola não produz violência, nem drogas, mas é lá que, na maioria das vezes, essas mazelas sociais estouram. Os professores e equipe pedagógica têm competência para gerir a escola e os conflitos. Mas devem sempre receber formação continuada e apoio técnico. A tentativa de minimizar o efeito da violência precisa considerar uma ação conjunta. Formar uma rede de proteção entre Secretarias de Educação, Polícias Civil e Militar, Guarda Civil Municipal, que promova o debate com sindicatos e, principalmente, estimule o protagonismo juvenil, envolvendo os grêmios estudantis, conselhos escolares e colegiados”, Conclui Lucílio.

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